Grandes empresas de delivery já testam, há alguns anos, sistemas de entrega de alimentos utilizando drones como meio de transporte. Em outros países, até mesmo os correios locais e gigantes como a Amazon são os maiores interessados neste transporte, por ser relativamente barato.

São muitos os problemas até agora, como a aterrissagem, principalmente, e a operacionalidade dos aparelhos, já que o sistema aéreo de cada país deve autorizar os voos. Mas é difícil de monitorar e há o risco real de colisões e acidentes, por isso as experiências, até agora, são cautelosas e curtas.

Na Universidade de Virginia Tech, em parceria com o Google e a Chipotle, existe um sistema de entregas de burritos, dentro do Campus. Ele vem obtendo relativo sucesso, mas ainda não foi possível expandir o raio de ação. Uma loja de comida japonesa, a Yo! Sushi também realizou algumas entregas, em Londres, no ano de 2011, mas não avançou no experimento.

A maior rede de pizzarias do mundo, a Domino’s parece ser a maior interessada neste sistema de entregas até agora. Juntamente com a empresa Starship Technologies, ela vem realizando muitos testes e pesquisas para colocar em funcionamento, o mais breve possível, a opção de entrega por drones para suas pizzas.

As cidades escolhidas para os testes foram Hamburgo, na Alemanha; e Amsterdã, na Holanda. Apesar do sucesso na operação, ainda não foi definida uma data para que o sistema seja colocado em prática nas suas lojas em todo o planeta. A Amazon, a que mais investe na tecnologia, também não conseguiu viabilizar suas pesquisas até agora.

Apesar de todos os testes, muito feitos apenas para divulgação de marcas ou mera propaganda, os sistemas mais confiáveis continuam a ser os serviços de delivery tradicionais que já existem, com suas culinárias diversificadas e entrega rápidas. O futuro dos drones no setor ainda é muito incerto, melhor esperar um pouco mais.